Por que é que há miúdos que andam sempre com a chupeta na boca?

Podem perfeitamente perguntar-me se a minha vida não me chega, mas, quando algo me apoquenta, eu sou uma chatinha e gosto de esmiuçar tudo. Por isso, aqui vai: porque enfiam sempre a chupeta na boca dos miúdos? Às vezes até parece que  faz parte da cara da criança!

Agora, desculpem-me, mais vai um pouco de pedagogia, não consigo evitar!

A chupeta, como dizem, e bem, os ingleses, é um pacifier! A chupeta é para acalmar, para relaxar, para satisfazer a necessidade de sucção do bebé, apenas e só isso! Se não está a chorar, se está calmo, feliz, porque lhe metem a chupeta na boca? Expliquem-me, por favor, porque eu não entendo! É senso comum que chupeta deve ser oferecida apenas com conta peso e medida e há razões bem válidas para que assim seja. Como em tudo deve existir bom senso e é até prejudicial quando uma criança anda todo o dia com a dita na boca.

Eu sou a favor que se ofereça a chupeta, fiz com a minha filha. Experimentei TODAS as marcas possíveis e imaginárias, até encontrar uma que ela gostasse. Conseguimos e isso foi bom! Se mesmo assim ela não quisesse, claro que respeitávamos! 🙂

Para uma correta utilização, a criança não deve andar sempre com a chupeta na boca. Primeiro, porque nunca lhe é permitido emitir um som que seja, o que atrasa a aquisição da fala, e, depois, também prejudica a correta aquisição da mesma, com a dificuldade acrescida em pronunciar alguns sons.

Também pode prejudicar a deglutição dos alimentos. Sim, já vi isto acontecer! 🙂

E também está provado que a sucção em excesso contribui para uma predisposição para as otites. O que até faz sentido, já que os canais estão todos ligados. E sim, também já vi acontecer e melhorou quando o uso da chupeta foi reduzido! 🙂

Como fazer? Quando a criança chora, devemos esperar um pouco até oferecer a chupeta, tentado que a criança se acalme sem ela. Isto vai ser mais fácil se a chupeta não estiver sempre junto dela. Depois, e isto apliquei em casa com os meus filhos e faço assim na escola, é importante que, mais ou menos a partir dos 12 meses, a chupeta seja oferecida apenas para dormir. Se for criado o hábito de a deixar na caminha, ainda é mais fácil. Tenho sempre como limite para a utilização da chupeta os dois anos. Nesta altura deixam de ser bebés e passam a ser crianças. Isto acontece porque, efetivamente, há uma maturação do sistema nervoso central. E a verdade é que, se até aqui a chupeta for usada com bom senso, aos dois anos a criança vai largar com muito mais facilidade. Acredite em mim, que já tenho uns anos disto! 🙂

E por aí, fã de chupeta? Sempre ou com conta, peso e medida? Tem filhos que não usam/usaram? Conte-me tudo! 🙂

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Sofia

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Os miúdos precisam de férias!

Os miúdos também precisam de férias. Os miúdos também precisam de descansar. Sim, eles também se cansam da escola, das rotinas, dos horários rígidos que o dia-a-dia acarreta! Precisam tanto ou mais do que nós. Precisam de sair da rotina, de estar em casa, de brincar livremente sem a pressão das regras, precisam de não ter horas para nada, de não fazer nada… e precisam, acima de tudo, de tempo com os pais.

E os pais também precisam de tempo com os filhos. Na correria dos dias, muitas vezes não temos tempo para desfrutar da família, de olhar para os nossos filhos e, naquele curto espaço de tempo, vê-los crescer.

Por isso, o meu conselho é que aproveitem bem cada momento disponível, sentem-se, olhem para eles, brinquem, porque o tempo passa depressa de mais e eles crescem a uma velocidade estonteante. Acredite em mim, que vi 23 anos passarem num abrir e fechar de olhos! 🙂

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Sou criança, preciso de brincar!

Esta é, muito provavelmente, a frase mais famosa cá de casa. Foi proferida pelo Rui tinha ele uns seis anos. Relembro-a inúmeras vezes e nas mais diversas situações. A verdade é que defendo o brincar com muita convicção, porque reconheço que é a atividade que mais aprendizagens proporciona.

Já citei algumas vezes um professor meu, que defendeu, numa das suas obras, que brincar não é exclusivo das crianças, é próprio do homem e uma das suas atividades sociais mais significativas. Só que, contrariamente aos adultos, entre brincar e fazer coisas sérias não há distinção, sendo o brincar muito do que as crianças fazem de mais sério!”. Esta frase, que encerra em si uma grande verdade, para mim é regra.

Então vejamos, enquanto brinca livremente, a criança desenvolve:

  • Competências sociais – brincar com amigos é das melhores coisas que uma criança pode ter e isso vai ensiná-la a conviver com outras pessoas. O homem, enquanto animal social, vive entre pares e fá-lo desde tenra idade. As competências adquiridas na infância, são importantes durante toda a vida! 🙂
  • Competências motoras – corre, salta, dança, pratica escalada, pedala… e isso vai desenvolver competências ao nível da coordenação motora global e fina.
  • A imaginação – com o faz de conta a criança recria situações da vida real e permite à criança assumir outros papéis, representando situações “reais” ou imaginárias.
  • Competências ao nível da matemática – atividades como legos ou puzzles são ótimas para desenvolver competências aos nível da matemática. Enquanto constrói, por exemplo, a criança percebe que há um espaço que pode ocupar, que há uma cor com a qual está a trabalhar, classifica, muitas vezes, os objetos em relação ao tamanho, ao número, à cor…
  • Competências ao nível da leitura e da escrita – Silêncio não existe enquanto brincam, não é verdade? E enquanto olham para um livro e inventam uma historia? Tudo isto são atividades que desenvolvem competências linguistícas.
  • A última e, para mim, das mais importantes, a criatividade. Mesmo sem nada para brincar a criança inventa. A criança pega num pau que faz de filho, num trapo que faz de bola, num cano que serve de lápis para desenhar no chão. Tudo serve para brincar e não é preciso grande coisa, não é verdade?

Muito mais havia para dizer, por isso, desafio-a a pensar nisso e a responder à questão: porque é tão importante brincar? Deixe a resposta nos comentários! 🙂

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Sofia

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Garrafas sensoriais para bebés… e não só!

Escrevi, neste artigo, que o trabalho numa sala de berçário passa muito pela estimulação sensorial. Por isso, e querendo sempre envolver a Carlota naquilo que faço, criei com ela uma data de garrafas sensoriais. Na verdade, ela fez quase tudo e vi-a tão feliz por poder participar em algo para “os bebés da mãe” que só por isso já valeu a pena todo o trabalho.

As garrafas

As garrafas são muito fáceis de fazer, basta ter os ingredientes certos. Mas eu explico tudo direitinho, ok? Ora, então vá…

Material necessário

  • Garrafas transparentes pequenas
  • Cola transparente
  • Estrelas (tipo purpurinas)
  • Água
  • Purpurina cola
  • Pompons médios
  • Bolas de gel (daquelas que se colocam nos arranjos)

Modo de preparação

Comece por colocar algumas estrelinhas, dois ou três pompons, meia dúzia de bolas de gel e um pouco de purpurina cola. De seguida encha até meio com a cola transparente. Por fim, adicione água e agite. Se tiver dificuldade em movimentar retire um pouco de líquido.

Depois é só oferecer ao seu bebé e vê-lo admirar-se com o que se passa dentro daquele pequeno frasco transparente! 🙂

Deixo as imagens que ilustram bem todo o processo! 🙂

Já conhecia esta atividade? As garrafas ficam super giras, não ficam?

*Beijinhos*

Sofia

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