És uma mãe perfeita!

És uma mãe perfeita!

Há uns tempos alguém me dizia que eu sou uma mãe perfeita, respondi que isso não existe. Mas pensei melhor e cheguei à conclusão que sim, sou uma mãe perfeita. Cheguei à conclusão que todas somos mães perfeitas. A perfeição não existe, em nada, nada mesmo, a maternidade não foge à regra e é por isso que é tão perfeita.

É na imperfeição de todas nós que reside a perfeição. Os nossos filhos não querem, nem precisam, de mães perfeitas. Os nossos filhos precisam de mães reais e, acima de tudo, precisam de mães felizes. Mães sem culpa, que assumem que erram, mas que erram com o coração carregado de amor.

Por isso respire fundo e acredite que é na sua imperfeição que está a perfeição que o seu filho tanto precisa… e ama! 🙂

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Também abordei este assunto aqui!

*Beijinhos*

Sofia

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O regresso da Carlota e o seu amor pela escola!

O regresso da Carlota e o seu amor pela escola!

Começou ontem a escola, andava ansiosa! Dizia muitas vezes “há muito tempo que não vejo os meus amigos?”ou “quando começa a escola?” e não acho que fosse porque estava farta de nos aturar. É imensamente feliz desde há três anos, quando a deixei pela pela primeira vez entregue a pessoas desconhecidas! Naquela altura não sabia como ia correr. Nunca criei grandes expectativas, nunca disse que lhe ia custar muito, nem afirmei que não lhe ia custar nada. Fiz o trabalho que me competia e deixei o resto entregue a ela e a quem a recebia!

Correu sempre tudo muito bem! Nunca chorou e a cada final de ano vêm umas férias carregadas de saudades.

Quando a deixei a primeira vez sofri, sofri como todos sofrem. Tive medo, todos temos, não é verdade? Mas sabia que o melhor da sua vida também ia acontecer ali, num espaço pensado para ela. O jardim de infância é, na grande maioria das vezes, o melhor que há para os miúdos. Num jardim de infância há imensos brinquedos e possibilidades de brincadeira. Há espaço pensados nos mais pequenos, há livros e há jogos. Há áreas de trabalho feitas em miniatura, para que eles, também mini, as explorem autonomamente. Há trabalhos feitos por eles, pensados por eles, criados por eles.

E há, acima de tudo, um amor imenso que cresce de dia para dia, quase como aquele amor que se sente por um filho!

Bom ano meu amor, bom ano! 🙂

E por aí, também há este enorme amor pela escola? 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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O regresso!

O regresso!

O primeiro dia já está, foi intenso, bom, mas intenso! O regresso é sempre assim. Há miúdos que choram, há miúdos que nos absorvem tantas eram as saudades, há toda uma série de competências adquiridas que nos fazem transbordar de orgulho e pensar… CARAMBA, CRESCERAM TANTO!

Há risos e cantigas, há descobertas, há uma nova sala, novos brinquedos, novos amigos! Há um novo ano a começar e a promessa de que vai ser maravilhoso. Há uma imensidão de pensamentos, de ideias e a certeza de que daqui a menos de um ano estarão ainda mais crescidos e igualmente FELIZES!

E, para mim, ainda houve o perceber que, a partir de hoje, deixo de ser Sofia e passo a ser Bia! Sim, quando começam a falar alguns deles chama-me Bia e o Bia vai ficando… para sempre! 🙂

Um bom regresso, para quem, desse lado, também começou uma nova aventura! 🙂

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Em minha casa é uma democracia mas…

Quem manda sou eu!

Há lugar para opiniões, que aqui não reina a ditadura, mas a última palavra é sempre minha! Quem diz minha, diz do pai, embora toda a gente saiba que quem manda em casa somos nós, mulheres! Certo? Certo!

Pois aqui também é assim. Há coisa negociáveis, outras não! O banho tem que se tomar, o iogurte tem que se beber antes de ir para a escola, no fim de jantar não há ecrãs… já a roupa às vezes é negociável! Às vezes! Costumo dizer-lhe “tens estes vestidos, qual queres?” e ela escolhe. Mas nunca a deixo ir ao armário escolher o que quer vestir, isso não deixo. Apesar dela sair à mãezinha e já combinar tudo muito bem.

aqui falei acerca da importância dos limites e aqui da importância de não estarmos sempre a dizer não. No entanto, é bom que se perceba que quem manda em casa são os pais e apesar da criança ter uma voz, a última palavra é sempre do adulto. Sem autoritarismos, sem agressividade, sem o tom do “quem manda aqui sou eu!”… apesar de sermos nós quem manda! 🙂

A empatia e o respeito têm que prevalecer e temos que ler este post e compreender o que é isso de ser criança! Temos que perceber que a criança não tem maturidade suficiente para lidar com a frustração, que raramente está quieta e, acima de tudo, temos que compreender que as crianças são seres imensamente felizes e que fazem IMENSO BARULHO! 🙂

Como faz aí em casa, quer partilhar?

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