Aos senhores que fazem livros infantis, um pedido!

Diz quem sabe que para bebés e crianças pequenas, até aos três anos, se devem privilegiar as imagens reais. Que a criança ainda não tem capacidade para fazer a ligação entre o real e o imaginário. Que o seu conhecimento e compreensão do mundo acontece de forma gradual – primeiro o objeto, depois a imagem real e só depois a imagem animada! Posto isto, digam-me, por favor, por que é que não há livros com imagens reais em Portugal? Ou, se há, são tão raros que nunca os vejo?

Há uns anos havia uma coleção espetacular da Book.It, chamava-se Pequenos Passos, e estava dividida por idades. Só que desapareceu, evaporou-se, nunca mais foi vista! Tenho imensa pena, porque considero ser uma mais-valia para qualquer casa com bebés pequenos, e berçário, by the way! Até porque se procurarmos numa loja estrangeira eles são imensos. Com animais, com objetos de casa, com bebés… Bem, há de tudo! Mas por cá, procuram-se e não se encontram, por isso é urgente que alguém os edite! 🙂

Já agora deixo um pedido, se vir algum avise-me, por favor! Pode ser?

Este look é lindíssimo e pode vê-lo melhor aqui! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Chorar também faz bem!

Sei que o título pode induzir em erro, por isso vou explicar quando e por que é que chorar faz bem! 🙂

Acerca do choro. Vejo e lido imensas vezes com pessoas a quem o choro de um bebé faz imensa confusão. Mal ouvem o choro largam tudo e vão a correr. Até afirmam na escola dos filhos que eles não podem chorar! Só que, é preciso entender, o choro é a forma do bebé comunicar e se nunca o deixarmos chorar, vamos perder um boa oportunidade de o perceber! Para além disso, esta é forma que ele tem de lidar com as suas emoções e de as controlar.

Os choros são diferentes para cada situação. Se os devemos deixar chorar desalmadamente? Claro que não. NUNCA! Esta prática pode levar a uma perda na confiança, pois é através do choro que o bebé cria um vínculo de confiança com os progenitores! Para além disso, há quem defenda que pode ser prejudicial para o desenvolvimento do cérebro e ninguém quer que isso aconteça, pois não?

Mas também não devemos ir logo a correr ao primeiro som. E sabe porquê? Porque podemos estar a impedir a criança de lidar com algum desconforto de forma autónoma e isso é muito importante. Ao mesmo tempo, o bebé está a aprender a lidar com algum tipo de frustração e isso faz crescer emocionalmente. Como faz crescer!

Quer um conselho, conte até 10, respire, tente perceber porque chora só com o som e depois vá, com calma. Imagine que foi apenas uma dor que passou? Nunca lhe aconteceu? Aqui em casa acontecia, a Carlota resmungava e passava, eu não contava até dois, quanto mais até dez. E não pegue logo, converse com o bebé, olhe nos olhos, toque e se, mesmo assim, não se acalmar, pegue e conforte. Mas atenção, tudo isto não deve demorar muito, aliás, não deve demorar quase nada, a si é que vai parecer uma eternidade! 🙂

Qual é a sua opinião acerca deste assunto? Que partilhar?

*Beijinhos*

Sofia

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As tabelas de competências mexem-me com os nervos!

Estandardizar comportamentos, então, nem se fala! E ouvir a célebre frase “está muito atrasado!”, nem queira saber! A maioria das vezes só me apetece responder, atrasado para quê, para apanhar o comboio? As crianças são diferentes, têm ritmos diferentes, experiências diferentes, apetências diferentes… achar que uma criança está mais adiantada ou é mais do que outra, só porque conseguiu fazer algo mais depressa, é um erro que quase toda a gente comete!

Claro que há padrões, claro que há metas que devem ser alcançadas, sob pena de se passar alguma coisa à qual deve ser dada especial atenção, MAS… temos que ter calma! Aos seis meses não se sentar é perfeitamente normal e aos sete também, com um ano já deve ser analisado! Ao fazer um ano não tem logo que andar, para quê tanta pressa! Conheci uma criança que só começou a andar aos 18 meses e era perfeitamente normal, tão normal que aos três anos aprendeu a andar de bicicleta sem rodinhas! Sim, com apenas três anos!

Sei bem que a sociedade exige tudo desde muito cedo, mas podemos ajustar as exigências! E também podemos deixar de comentar e meter o nariz em tudo. Esta também é para mim, que meto muito! 🙂

Quantas vezes já ouviu coisas do tipo, “ah, a criança está atrasada”? E já disse? Vá, confesse?

Gostou do texto? Então partilhe! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Não costumo tratar as mães por “mãe”!

A não ser a minha mãe, como é óbvio! 🙂

Ah, e quem diz mãe diz pai! 🙂

Não gosto muito que me chamem de “mãe”, parece-me um tanto ou quanto impessoal e assim como assim eu tenho um nome! Não é que não goste de ser mãe, porque adoro, digo até que nasci para a maternidade, mas o “oh mãe” isto ou aquilo… é outra história! Talvez seja porque fui mãe muito cedo, tinha 19 anos, e desde então que me tratam por “mãe”. E, se calhar, é por isso que não trato as mães dos meus meninos por “mãe”, mas pelo nome!

Há quem considere que faço mal, há quem faça como eu. Há quem concorde e há quem discorde. Há quem ache que tratar por “mãe” estabelece uma barreira. Há quem não se sinta bem a chamar as pessoas pelo nome. Há quem simplesmente não quer porque não gosta! É como em tudo na vida, não somos todos iguais, se não o que seria do amarelo, não é verdade? 🙂

Para mim é importante que a relação se estabeleça assim, com nomes. Eu sou Sofia, elas são Maria, Francisca, Joana, Clementina… E assim será sempre! 🙂

Quem concorda? Como faz ou fazem consigo?

*Beijinhos*

Sofia

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