O pote da calma!

Hoje trago o pote da calma!

Andava, há já uns dias, a dizer à Carlota que íamos fazer um pote da calma. Ela, que adora estas atividades, não se coibiu de cobrar! Fizemos num dos dias em que esteve doente, foi uma bela maneira de a ter ocupada e, ao mesmo tempo, a aprender. Tudo isto porque:

Quando a criança é envolvida na construção de algo, a sua noção de propriedade é maior e, então, o que quer que seja feito terá um impacto ainda maior! 🙂

O pote da calma é um instrumento que, teoricamente, ajuda a criança a acalmar-se. O que acontece é muito simples, a criança fica de tal maneira concentrada nas purpurinas que se acalma. E sim, com algumas crianças resulta. 🙂

O pote da calma é super fácil de fazer e garante momentos de diversão! Vamos lá então:

Ingredientes:

  • Frasco transparente,
  • Purpurinas de várias cores,
  • Cola transparente
  • Água.

Modo de preparação:

Colocar as purpurinas no fundo do frasco, adicionar cola transparente até chegar a meio e juntar água. Depois, é só agitar e observar as purpurinas a mexer! 🙂

Quem já conhece o pote da calma? Acha que resulta? 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Mimo a mais não estraga!

Vamos parar, por favor, com a conversa de que o mimo estraga. Vamos parar, por favor, com a conversa do “está cheio de mimo, está mesmo estragadinho!” Vamos parar, por favor, porque mimo a mais não estraga! Mimo é: acarinhar, consolar, abraçar, acolher, aconchegar… e isso NUNCA é de mais! O mimo ajuda a crescer, dá segurança e equilíbrio. Como dizia alguém muito querido, mimo a mais não existe…

Mimo a mais não estraga!

O que estraga é a falta de calma, a falta de explicações e a agressividade! O que estraga é a falta de tempo para brincar, para passear, para simplesmente estar! O que estraga é a falta de coerência e a falta de paciência.

O que estraga MESMO MUITO é a falta de limites e de regras. Os limites dão segurança e as regras guiam a criança. Uma criança sem regras não sabe como agir. Uma criança sem limites, não sabe até onde pode ir. Uma criança sem limites não se sente segura, sente-se perdida. Uma criança sem limites não se sente protegida, sim, protegida. Os limites protegem, os limites dão segurança, os limites mostram à criança que há um adulto que a guia, que há um adulto que… a ama!

E é preciso que se entenda que colocar limites não implica agressividade. Colocar limites não é igual a gritar. Colocar limites não é igual a humilhar. Colocar limites é, apenas e simplesmente, colocar limites! 🙂

Quem concorda com a afirmação de que mimo a mais não estraga? 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Não temos que estar sempre ocupados!

Sinto, imensas vezes, que tentamos arranjar atividades para fazer com os miúdos, o tempo todo e a toda a hora. Nesta busca incessante perdemos, muitas vezes, a possibilidade de apenas estar. De, simplesmente, observar. Observar como crescem, como brincam, como se desenvolvem. Ao mesmo tempo não lhes permitimos sentir o prazer da doce inércia, do estar sem fazer nada, do simplesmente estar! E é tão difícil estar.

Hoje em dia, os estímulos são tantos que parece que estamos sempre ocupados. E quando não estamos inventámos alguma coisa. Mas teremos que estar sempre ocupados? Será assim tão mau passar um fim de semana sem sair de casa? Passar um fim de semana sem tirar o pijama? Passar um fim de semana inteiro sem… FAZER ABSOLUTAMENTE NADA?

Eu decidi que, a partir de agora, vou viver sem culpas e, pelo menos ao fim de semana, só vou fazer aquilo que me apetece. Se me apetecer sair, saio. Se me apetecer ficar em casa, fico. Se… vamos ver se a Carlota deixa, porque isto de sermos nós a decidir , deixa de ser possível quando temos filhos, não é verdade? 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Brincadeiras que os miúdos não entendem!

Há dias a Carlota chegou a casa com a conversa dos namorados. Nós achámos alguma (muito pouca) graça e brincámos com a situação. Ela não conseguiu perceber que estávamos a brincar e ficou bastante envergonhada, dizendo que não tinha namorado nenhum e que se tinha enganado. Percebi que fomos inconvenientes e não a respeitámos. Fiquei até incomodada por me ter rido da situação, tenho obrigação de saber mais.

Para ela não há diferença entre o que falámos a sério e o que dizemos a brincar. Fez-me lembrar de quando eu era pequena e diziam, a brincar, que me arrancavam o nariz. Lembro-me da angústia que sentia. Ou quando, a brincar, me diziam que me iam deixar em qualquer lado ou fazer algo que eu não gostava, a brincar.

Para os miúdos, na maioria das vezes, não existe esse “brincar”, não compreendem, não tem maturidade para tal e levam tudo a sério. Por isso deixo a alerta, cuidado com as “brincadeiras”, por vezes podem parecer inocentes, mas para os miúdos não o são! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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