As competências sociais têm que ser ensinadas!

As competências sociais têm que ser ensinadas!

As crianças não nascem ensinadas, nascem com personalidade, com características intrínsecas, mas, no que às competências sociais diz respeito, cabe-nós a nós, adultos, educar! Somos educadores, a nossa função é educar e por educar entenda-se ensinar! Acredito, no entanto, que o exemplo é a melhor forma de o fazer e por essa essa razão temos que ter muito cuidado com certas atitudes. Os miúdos aprendem por imitação, para o bem e para o mal. 🙂

As competências sociais têm que ser ensinadas…

As regras de convivência existem por uma questão de respeito perante as outras pessoas. E o respeito é uma coisa tão bonita, não é? Vou, por isso, dar alguns exemplos acerca do que devemos ensinar às crianças:

  • A esperar – nas filas pela sua vez, pela comida na mesa, que a mãe termine uma conversa… Saber esperar é uma competência importante e que será importante pela vida fora!
  • A cumprimentar – olá, boa tarde, boa noite, são cumprimentos simples e que mostram, acima de tudo, respeito pelas outras pessoas.
  • A agradecer – dizer obrigado não fica só bem, é uma forma de mostrar que apreciámos o que alguém fez e isso vai deixá-la feliz!
  • A pedir desculpa – se fez algo que não devia ter feito, deve pedir desculpa, é básico. Apesar de eu defender que as desculpas não se pedem, evitam-se, um pedido de desculpas sincero é muito importante.

Agora diga-me, o que pensa acerca disto? Considera importante ensinarmos competências sociais às crianças? Tem alguma a acrescentar?

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Sofia

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Ser educadora também é ajudar!

Ser educadora também é ajudar!

Sim, ajudar quem nos procura em busca de soluções para lidar com os seus filhos… e não só! 🙂

Costumo dizer que percebo de crianças! Também, como poderia não perceber? Estudei sobre elas toda a minha vida e continuo a fazê-lo todos os dias. Estou com elas diariamente, ouço-as, observo-as, tento compreendê-las e isso dá-me uma certa sapiência, como dá a qualquer pessoa que faz o que eu faço. Como dá a todas as pessoas que trabalham com crianças. Sei que, muitas vezes, parece que estamos a meter o nariz onde não ele não é chamado, só estamos a tentar ajudar e não queremos mais do que isso… ajudar! 🙂

Não nos queremos intrometer, sabemos muito bem que não temos nadinha a ver com isso e que quem manda são os pais. Quando opinamos sobre alguma coisa, pensamos apenas no bem da criança, de quem gostamos muito e com quem nos preocupamos imenso. É tão só e apenas isso!

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A importância da criatividade no desenvolvimento da criança!

Hoje falo sobre a importância da criatividade no desenvolvimento da criança!

A par da tão importante autonomia (que falei aqui), está a criatividade, que não é mais do que a capacidade de criar. E criar o quê? Toda e qualquer coisa!

A criatividade ajuda a encontrar soluções. Ajuda a não desistir e é meio caminho andado para uma criança resiliente. Uma pessoa criativa conseguirá sempre, ou quase sempre, resolver os seus problemas. Para além disso, a criatividade está ligada à inovação e quem não gosta de inovar? Mas, para inovar é necessário um espirito imaginativo, que não é mais do que um espirito criativo!

O que podemos então fazer, para desenvolver a criatividade na criança:

  • Permitir a exploração livre de espaços e materiais, tendo sempre a segurança em atenção, como é óbvio.
  • O faz de conta é uma ótima maneira de estimular a criatividade. E não precisa de dizer ou fazer nada, basta deixar brincar… e observar, é delicioso! 🙂
  • As histórias ao estimularem a imaginação, também desenvolvem a criatividade da criança.
  • Toda e qualquer trabalho de artes plásticas livre, com a possibilidade de utilização de diferentes materiais, desenvolve a criatividade.

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Parentalidade positiva não é permissividade!

Parentalidade positiva não é permissividade!

Não, não é! Não, as crianças não fazem o que querem. Sim, são os pais que mandam.

Esclarecidas as principais dúvidas, vamos ao que interessa! Parentalidade positiva, educação positiva, parentalidade consciente é a mesma coisa, porque todas elas acreditam no respeito pela criança enquanto ser humano.

Sim, o que este tipo de educação privilegia é o respeito mútuo, acreditando no lema respeitar para ser respeitado. Há regras, há autoridade, há rotinas, só que é tudo muito equilibrado e sem autoritarismo, sem agressões, físicas ou verbais, sem ameaças e sem subornos. Se é possível? Claro que é! Se é difícil? Não vou mentir, é muito difícil, mas em educação o fácil não costuma dar bom resultado!

Agora diga-me, quer saber mais sobre este assunto? Tem dúvidas?

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