Oito razões para cozinhar com crianças!

Quem me conhece sabe que tanto em casa como na escola não há o “ai, suja tudo!” Suja? Limpa-se! É tão simples quanto isso! Para mim o que podem aprender os miúdos é o que interessa, o resto… o resto é secundário. Com a Carlota não é diferente, desde muito pequena que a envolvo nas minha aventuras na cozinha e ela adora. E se ao início quase não fazia nada, hoje vê as suas tarefas aumentadas e faz uma série de coisas sozinha. Costuma partir os ovos, ajudar a pesar os ingredientes, vai buscar a loiça e bate as massas.

Mas, e o que desenvolvem? Bem, uma série de coisas!

  1. Noções básicas de matemática. Quando identifica e separa os ingredientes, quando pesa as farinhas ou quando conta e divide os ovos, está a trabalhar noções matemáticas.
  2. A paciência. Quando fazemos um bolo, temos sempre que esperar que este fique pronto e arrefeça para podermos provar e comer. Isso ensina que algumas coisas levam tempo e que é preciso esperar. Já a minha mãe me dizia que a paciência também se educa! 🙂
  3. Incentivo para uma alimentação saudável, principalmente quando as receitas são saudáveis. Leva, não raras as vezes, a criança a experimentar novos alimentos e sabores, por se sentir parte integrante de todo o processo.
  4. Treina a organização. Preparar uma receita necessita de organização prévia. Decidir o que fazer, comprar ingredientes, prepará-los para a confeção… Eu costumo colocar as quantidades certas dos ingredientes em taças, assim a Carlota só tem que juntar.
  5. A autonomia. Aqui em casa a miúda já parte os ovos sozinha, junta os ingredientes (preparados anteriormente), bate a massa, passa a massa para as formas… Costumo dizer que mais um aninho e já faz tudo sozinha! 🙂
  6. Os cinco sentidos. As cores, os cheiros, as texturas, tudo é sentido, experimentado e explorado quando fazemos juntas algo na cozinha.
  7. A coordenação motora. Quando corta, amassa ou mistura os ingredientes com uma colher, a criança está a exercitar a sua coordenação motora.
  8. Partilha de bons momentos. Mesmo que para trás não tivesse escrito nada, só este ponto já faz com que valha mesmo a pena ir para a cozinha com os mais pequenos, não é verdade? Então, por que espera? Não se preocupe com o caos em que a cozinha vai ficar, não há nada melhor que isto e assim como assim, a água limpa tudo! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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As promessas são para cumprir!

Esta premissa faz parte da minha vida enquanto mãe e educadora desde sempre. Sim, as minhas promessas são sempre para cumprir. Para o bem e para o mal, o que eu prometo acontece. Faço bem? Acho que faço, sem dúvida, porque assim os miúdos sabem sempre com o que podem contar. Na escola e em casa não há surpresas no que a promessas diz respeito.

Em casa esta minha postura tem evitado grandes birras. O que é combinado é para cumprir, sempre. Há dias voltámos ao Reino da Diversão (falei disto aqui), tinha sido um promessa e, como da primeira vez, quando chegou à hora de vir embora não houve choro, nem dramas. Já da primeira vez não tinha havido! E porquê? Porque foi tudo combinado antes de entrarmos. Aliás, antes de sairmos de casa. Disse-lhe que tínhamos aquele dinheiro para gastar, quando o dinheiro acabasse vínhamos embora! Quando fomos comprar as fichas mostrei-lhe o que tínhamos, expliquei-lhe para quantos carrosséis dava e lá fomos. Quis andar num comigo, expliquei-lhe que assim não ia andar em tantos como tínhamos combinado, não se importou e lá fomos as duas. E como o que é combinado é para cumprir, quando as fichas acabaram viemos embora! Sem drama nenhum! 🙂

Se foi sempre assim? Claro que não! Ao princípio havia choro e imenso protesto, mas depressa a Carlota percebeu que, para o bem e para o mal…

as promessas são sempre para cumprir! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Por que é a consciência fonológica tão importante?

Já escrevi aqui, que desenvolver a consciência fonológia representa algo importantíssimo quando chega a hora da aprendizagem da leitura e da escrita! Saber por que letra começa ou acaba, perceber os sons das palavras, as rimas, a divisão silábica… tudo coisas simples para nós, mas extremamente complexas para os miúdos. Por isso pedi à Sónia, terapeuta da fala e uma das caras por detrás do Piratinha dos Sons, para me ajudar a perceber e, consequentemente, a explicar por que é a consciência fonológica tão importante!

Então aqui vai:

Aprender a ler e escrever não é um processo natural como aprender a falar. Para a aprendizagem da leitura e da escrita são determinantes a reflexão sobre a oralidade e a capacidade de analisar e manipular os sons da fala – consciência fonológica.

A escrita da língua portuguesa é uma escrita alfabética, na qual a unidade escrita (grafema) é relacionada à unidade sonora da palavra (fonema). Desta forma, para aprender a ler e escrever, em função de um código alfabético, é necessário saber que a fala é um continuum sonoro formado por palavras que se segmentam em sílabas e que estas, por sua vez, se segmentam em unidades mínimas – os fonemas. Essa competência refere-se à consciência fonológica. Desta forma, o treino de consciência fonológica deve preceder a aprendizagem da leitura e escrita pelo que em idade pré-escolar, deve promover-se essa competência.

Pensando em tudo isto, apresento um livro de atividades ótimo para trabalhar com os miúdos em casa (também o utilizo na escola). Chama-se À Descoberta dos Sons, é da Booksmile e foi escrito por Joana Rombert, terapeuta da fala. O livro tem como função auxiliar a criança a descobrir a ligação entre a oralidade e a escrita! Não é para entregar à criança e esperar que ela o utilize. Não, tem que ser um momento de partilha, o que para mim representa uma mais-valia. Cá em casa ainda não o usamos, a Carlota ainda é pequena, mas eu sirvo-me de alguns exemplos do livro para trabalhar com ela! 🙂

Post escrito em parceria com Sónia Silva Ribeiro, terapeuta da fala e uma das caras por detrás do Piratinha dos Sons (de que já falei aqui e aqui)! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Três anos (e meio) depois… antibiótico!

Três anos e meio, uma bronquiolite a uma semana dos três meses, alguns picos de febre, poucas vezes com tosse e quase nunca constipada (até aos dois anos nunca se constipou)! Este era o balanço há uma semana, mas hoje podemos acrescentar uma otite e, pela primeira vez, um antibiótico. Fiquei triste! Fiquei porque pela primeira vez ela não conseguiu combater, sozinha, uma doença que andava vai não vai para chegar há já alguns dias. Fiquei triste porque ela sofreu, passou a dormir mal, a comer mal… para além do facto de lhe doer!

Mas três anos e meio sem nunca ter necessitado de antibiótico é MUITO BOM, não é? Eu acho que é, mas não consigo deixar de pensar na hipótese de, a partir de agora, ser algo mais recorrente! Será que a minha miúda, que quase nunca estava doente, vai começar agora com estas coisas? Virão aí mais otites? Ou outras ites atormentar-nos? Sim, porque nestas coisas eles não nunca sofrem sozinhos. Nós sofremos com eles, muitas vezes em silêncio, mas sofremos!

Já está bem, nunca mais fez febre, anda bem disposta, já recuperou o apetite e já dorme bem! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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