Esta alegria de ser criança!

Um dia escrevi que ser criança…

… é ser feliz num imaginário, acreditando que é de verdade
… é crescer com a realidade e a fantasia de mãos dadas
… é viver intensamente os dias, sem nunca se cansar de…
Ser Criança!

Hoje não consigo deixar de referir que a alegria que os caracteriza quase ou nunca desaparece. Que encontram sempre uma razão para sorrir. Que encontram sempre uma razão para nos fazer sorrir! Que são, MESMO, o melhor do mundo. Do meu, do seu, do mundo de todos nós!

E neste Dia Mundial da Criança só desejo que todos os dias sejam os seus dias! Que por esse mundo fora haja, efetivamente, a possibilidade de ser criança. E que, nós adultos, nunca nos esqueçamos do que é isso de SER CRIANÇA!

O look completo para ver aqui!

*Beijinhos*

Sofia

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A Carlota não vê o Ruca!

Há quem adore e há quem odeie. Sentimentos à parte, esta foi das poucas decisões do Rui em relação à irmã mais nova. “A minha irmã não vai ver o Ruca, o miúdo só faz birras!”, dizia perentório. E não vê! E ela leva aquilo de tal maneira a sério que quando aparece o desenho animado na televisão fica em pânico e vai logo avisar que está a dar o Ruca! Sim, é assim cumpridora e certinha! 🙂

Eu não me oponho, não lhe acho grande piada e, sou sincera, a mãe do Ruca mexe-me um bocadinho com os nervos! Mas há alguém assim? De verdade? Há, que eu sei que há, e também me mexe com os nervos. Logo eu que sou o oposto! Não sou mesmo nada de nhé, nhé, nhés! Nada MESMO! 🙂

E por aí, o que acha do Ruca? Gosta?

*Beijinhos*

Sofia

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Ecrãs antes dos dois anos não!

Não mando em ninguém, mas acho que tenho a obrigação moral de alertar e de pedir para, por favor, não colocarem crianças tão pequenas em frente aos ecrãs! Está mais do que provado que faz mal! Que, por exemplo, diminui a capacidade de concentração, afinal as imagens passam a uma velocidade estonteante! Ou que não ajuda nada no desenvolvimento da criatividade, imaginação e até na capacidade de resolver problemas. Para além de que crianças completamente alienadas não me agradam minimamente. Para quê? Para termos uns minutos de sossego? Não vale a pena, acredite. Entre o haver e o dever, vai ficar a ganhar mais, muito mais o dever. As experiências precoces em crianças pequenas são cruciais no desenvolvimento cerebral, principalmente aquelas que ocorrem nos primeiros anos de vida! 🙂

Se existem imensas teorias, corretas, posso comprovar, que afirmam que os bebés aprendem essencialmente através dos sentidos, sendo nossa missão despertá-los, porque não o fazemos? Maria Montessori, tão em voga hoje em dia, defendia isso mesmo, que o meio ideal para uma criança se desenvolver deve ser repleto de materiais sensoriais. De facto, é através da coordenação entre o paladar, olfato, tato, audição, visão que a criança pequena é capaz de produzir conhecimento! Um passeio no parque com elementos da natureza, as folhinhas que apanhamos e levamos ara casa, a relva nos pés, gelatina, a pasta de farinha, ou só a farinha, a água, o cabelo e a mão da mãe, livros com imagens reais… são exemplos perfeitos do que se pode e deve fazer com bebés!

Agora diga-me? Neste circuito de ação onde podemos encaixar o ecrã? Para ouvir música e ver desenhos animados? Não! A música é bem melhor se cantada pela mãe ou se for só o rádio. Os desenhos animados não são mais do que figuras abstratas, porque a criança organiza a compreensão que tem do mundo da seguinte forma: primeiro compreende o objeto real, de seguida o objeto em miniatura, depois a imagem real (fotografia) e só depois a imagem colorida.

Vamos fazer um esforço pelo bem dos nossos miúdos? Porque se agora nos ajuda, mais tarde só os prejudica! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Como evitar a palmada!

Vejo, imensas vezes, pais com uma enorme dificuldade em lidar com o choro do seu filho. Enquanto bebés e, depois, quando crescem, não conseguindo ser coerentes e persistentes com aquilo que dizem. O que acontece é que, na maioria das vezes, cedem ao capricho, só para não os ouvir chorar e quando dão por ela já o controlo passou para o lado da criança. E isso não deve acontecer! E sabe que mais? Como não mantemos as nossas decisões, a criança acha que pode tudo e acabamos, não raras vezes, por perder a paciência, a gritar e até a dar uma palmada, não é verdade? Educar é difícil, mas é preciso perceber-se que os miúdos choram e isso não lhes faz mal nenhum. Faz pior, a eles e a nós, quando nos descontrolamos. Por isso é que é importante a consistência, pois só assim a criança sabe com o que contar e isso… bem isso dá-lhe imensa segurança. É preciso perceber-se que as oscilações não são saudáveis… para ninguém!

Não sou das que não me zango e para quem está sempre tudo bem, tipo mãe do Ruca! Nop, nem pensar! Eu zango-me, fico triste, barafusto, mas é muito raro elevar a voz, não preciso. E sim, já lhe dei uma ou outra palmada, mas arrependi-me e tentarei por tudo não voltar a fazê-lo. E sabe como sei disso? Porque em minha casa sabe-se desde cedo que quem manda são os pais e que isso não é só teoria, é a realidade! Não quero com isto dizer que somos tiranos e que não há vontades atendidas. É claro que há! Mas também há regras e rotinas e a última palavra é sempre do adulto. Cá em casa já se sabe que na hora de comer é para estar na mesa, que no fim de jantar se dorme, que quando a mãe diz que é para ir tomar banho, vai-se tomar banho, quando é hora de arrumar vamos arrumar… É claro que a miúda tenta subverter as regras e, às vezes, com o cansaço apetece deixar para lá, mas eu sei que isso não é bom, por isso mantenho SEMPRE aquilo que digo.

Já afirmei aqui que cumpro sempre as minhas promessas, sejam para o bem ou para o mal e isso acontece sempre. Quando estabeleço uma consequência para determinado comportamento, cumpro. Sabe por que isso é tão importante? Porque a minha filha sabe que eu não ameaço apenas, que eu cumpro, que quando o comportamento não é o mais adequado isso trará consequências. E sempre as mesmas consequências, adaptadas ao contexto, à idade e à situação.

Na mesa, por exemplo, às vezes não quer comer, mas quer passar à sobremesa. Não preciso de me zangar, apenas lhe digo que enquanto não comer tudo não há sobremesa. Ela já sabe que é assim e acaba por comer. Se foi sempre assim? Não, nem pensar. Já chorou, já barafustou, já esperneou, mas não adiantou de nada. Até lhe costumava dizer que chorar não ia resolver, a única solução era comer, pois só assim podia comer a sobremesa.

Não é nada fácil educar, eu sei, mas também não é bom quando perdemos o controlo, pois não? Não será sempre melhor estabelecer limites e mantê-los? Acredite que a convivência sairá bem mais facilitada! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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