Brincadeiras que os miúdos não entendem!

Há dias a Carlota chegou a casa com a conversa dos namorados. Nós achámos alguma (muito pouca) graça e brincámos com a situação. Ela não conseguiu perceber que estávamos a brincar e ficou bastante envergonhada, dizendo que não tinha namorado nenhum e que se tinha enganado. Percebi que fomos inconvenientes e não a respeitámos. Fiquei até incomodada por me ter rido da situação, tenho obrigação de saber mais.

Para ela não há diferença entre o que falámos a sério e o que dizemos a brincar. Fez-me lembrar de quando eu era pequena e diziam, a brincar, que me arrancavam o nariz. Lembro-me da angústia que sentia. Ou quando, a brincar, me diziam que me iam deixar em qualquer lado ou fazer algo que eu não gostava, a brincar.

Para os miúdos, na maioria das vezes, não existe esse “brincar”, não compreendem, não tem maturidade para tal e levam tudo a sério. Por isso deixo a alerta, cuidado com as “brincadeiras”, por vezes podem parecer inocentes, mas para os miúdos não o são! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Não consigo estar quieta!

Há uns anos, não contente com o que sabia e sucumbindo a um desejo antigo, inscrevi-me num mestrado. Sempre tive esse desejo, uma enorme vontade em aprender a fazer mais e melhor. E também uma incapacidade monstruosa de estar quieta.

Terminei o mestrado e nasceu a Carlota! Criei um blogue, trabalhei e, deparando-me com novas exigências, fiz um workshop com a Magda Gomes Dias (podem seguir o trabalho dela aqui), sobre parentalidade positiva aplicada na sala de aula. O que eu fui fazer!

Já há muitos anos, um congresso sobre práticas da educação de infância me tinham deixado o bichinho do mestrado. Desta vez, foram as novas formas de educar e comunicar com as crianças que deixaram os sininhos a abanar. Resultado, inicio esta semana uma certificação em Parentalidade Positiva, com a Magda. Claro que já dei por mim a pensar “no que te foste meter Sofia, não te chega tudo o que tens para fazer?”, mas eu sou assim, não consigo mesmo estar quieta! 🙂

A ver vamos como corre. Vou contando por aqui o que aprendi, pode ser?

*Beijinhos*

Sofia

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Por que é que há miúdos que andam sempre com a chupeta na boca?

Podem perfeitamente perguntar-me se a minha vida não me chega, mas, quando algo me apoquenta, eu sou uma chatinha e gosto de esmiuçar tudo. Por isso, aqui vai: porque enfiam sempre a chupeta na boca dos miúdos? Às vezes até parece que  faz parte da cara da criança!

Agora, desculpem-me, mais vai um pouco de pedagogia, não consigo evitar!

A chupeta, como dizem, e bem, os ingleses, é um pacifier! A chupeta é para acalmar, para relaxar, para satisfazer a necessidade de sucção do bebé, apenas e só isso! Se não está a chorar, se está calmo, feliz, porque lhe metem a chupeta na boca? Expliquem-me, por favor, porque eu não entendo! É senso comum que chupeta deve ser oferecida apenas com conta peso e medida e há razões bem válidas para que assim seja. Como em tudo deve existir bom senso e é até prejudicial quando uma criança anda todo o dia com a dita na boca.

Eu sou a favor que se ofereça a chupeta, fiz com a minha filha. Experimentei TODAS as marcas possíveis e imaginárias, até encontrar uma que ela gostasse. Conseguimos e isso foi bom! Se mesmo assim ela não quisesse, claro que respeitávamos! 🙂

Para uma correta utilização, a criança não deve andar sempre com a chupeta na boca. Primeiro, porque nunca lhe é permitido emitir um som que seja, o que atrasa a aquisição da fala, e, depois, também prejudica a correta aquisição da mesma, com a dificuldade acrescida em pronunciar alguns sons.

Também pode prejudicar a deglutição dos alimentos. Sim, já vi isto acontecer! 🙂

E também está provado que a sucção em excesso contribui para uma predisposição para as otites. O que até faz sentido, já que os canais estão todos ligados. E sim, também já vi acontecer e melhorou quando o uso da chupeta foi reduzido! 🙂

Como fazer? Quando a criança chora, devemos esperar um pouco até oferecer a chupeta, tentado que a criança se acalme sem ela. Isto vai ser mais fácil se a chupeta não estiver sempre junto dela. Depois, e isto apliquei em casa com os meus filhos e faço assim na escola, é importante que, mais ou menos a partir dos 12 meses, a chupeta seja oferecida apenas para dormir. Se for criado o hábito de a deixar na caminha, ainda é mais fácil. Tenho sempre como limite para a utilização da chupeta os dois anos. Nesta altura deixam de ser bebés e passam a ser crianças. Isto acontece porque, efetivamente, há uma maturação do sistema nervoso central. E a verdade é que, se até aqui a chupeta for usada com bom senso, aos dois anos a criança vai largar com muito mais facilidade. Acredite em mim, que já tenho uns anos disto! 🙂

E por aí, fã de chupeta? Sempre ou com conta, peso e medida? Tem filhos que não usam/usaram? Conte-me tudo! 🙂

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Sofia

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Os miúdos precisam de férias!

Os miúdos também precisam de férias. Os miúdos também precisam de descansar. Sim, eles também se cansam da escola, das rotinas, dos horários rígidos que o dia-a-dia acarreta! Precisam tanto ou mais do que nós. Precisam de sair da rotina, de estar em casa, de brincar livremente sem a pressão das regras, precisam de não ter horas para nada, de não fazer nada… e precisam, acima de tudo, de tempo com os pais.

E os pais também precisam de tempo com os filhos. Na correria dos dias, muitas vezes não temos tempo para desfrutar da família, de olhar para os nossos filhos e, naquele curto espaço de tempo, vê-los crescer.

Por isso, o meu conselho é que aproveitem bem cada momento disponível, sentem-se, olhem para eles, brinquem, porque o tempo passa depressa de mais e eles crescem a uma velocidade estonteante. Acredite em mim, que vi 23 anos passarem num abrir e fechar de olhos! 🙂

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Sofia

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