Ser educadora… os preconceitos!

Há imensos preconceitos em relação à educação de infância, que, para muitos, não é mais do que tomar conta de um grupo de crianças! Mas a verdade é que temos que perceber de tudo e, mesmo assim, não sabemos nada e não fazemos nada! 🙂

Educação de infância? Isso não é curso! Está foi a primeira frase que ouvi quando escolhi o curso e que espelha bem o preconceito que há em relação à minha profissão. Ou quando ouço: tomar conta de crianças? Isso não custa nada!  Somos, desde sempre, o parente pobre da educação, apesar de trabalharmos com as idades em que o desenvolvimento do cérebro tem mais importância. Há qualquer coisa errada nesta equação, não há? Afinal lidamos com a mais importante etapa de educação de uma criança! Não devíamos ter mais apoio, mais compreensão? Eu acho que sim!

Não é trabalho fácil, é bonito, é verdade, mas não é fácil. É extremamente desgastante, do ponto de visto físico e emocional! Com trabalho burocrático que não lembra o diabo. Por vezes, até parece que é mais importante um papel na mão do que uma criança no colo. Mas, mesmo assim, não esmorecemos e, contra tudo e contra todos, afirmamos com convicção que temos A MELHOR PROFISSÃO DO MUNDO! Não é verdade?

Como vê estes preconceitos? E como vê o papel do educador de infância?

*Beijinhos*

Sofia

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Medos na infância… dicas e estratégias!

Primeiro é preciso explicar que o medo é um sentimento que faz parte da nossa vida e que todos, em algum momento, já o sentimos. Na infância os medos são, muitas vezes, provocados pela incapacidade de distinguir a realidade do imaginário. É medo das bruxas, dos monstros, de dormir sozinha, do escuro, de ir à casa de banho sem companhia, entre outros. Isto acontece imensas vezes e pode, de alguma forma, condicionar a vida da criança e até da família. Mas não há que dramatizar. É preciso compreender que é normal e não forçar a situação, obrigando, por exemplo, a criança a enfrentar o escuro ou o palhaço que a aterroriza. Essa atitude pode até piorar. Para ser mais fácil lidar com este tipo de situações, deixo algumas estratégias que, na maioria das vezes, resultam! 🙂

Aqui vão:

  • Acolha o medo da criança, ele é real. Não a ridicularize ou humilhe. Compreenda e mostre que quer ajudar.
  • As histórias são uma boa opção. A que mostro nas imagens chama-se “Matilde: vai-te embora, ó medo!” e é uma boa solução para explicar às crianças como o medo é normal e como o ultrapassam.
  • Pode também jogar com o fascínio pelos super heróis típico dos miúdos e oferecer, por exemplo, uma capa à criança, assim ela sentir-se-á mais corajosa.
  • Pode optar pela clássica luz de presença no quarto, quando a criança não quer dormir sozinha. Muitos dos medos são provocados pelo escuro e uma luz muito ténue costuma ajudar.
  • Pode ainda arranjar um companheiro que proteja a criança, um boneco, um peluche, uma almofada…
  • Se nada disto resultar aconselho a procura da ajuda especializada, de um psicólogo, por exemplo. Eles têm estratégias para perceber a fundo quais são os medos da criança e ajudam na sua desmistificação.

O livro é da Fábula e pode encontrá-lo nas livrarias e hipermercados! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Esta alegria de ser criança!

Um dia escrevi que ser criança…

… é ser feliz num imaginário, acreditando que é de verdade
… é crescer com a realidade e a fantasia de mãos dadas
… é viver intensamente os dias, sem nunca se cansar de…
Ser Criança!

Hoje não consigo deixar de referir que a alegria que os caracteriza quase ou nunca desaparece. Que encontram sempre uma razão para sorrir. Que encontram sempre uma razão para nos fazer sorrir! Que são, MESMO, o melhor do mundo. Do meu, do seu, do mundo de todos nós!

E neste Dia Mundial da Criança só desejo que todos os dias sejam os seus dias! Que por esse mundo fora haja, efetivamente, a possibilidade de ser criança. E que, nós adultos, nunca nos esqueçamos do que é isso de SER CRIANÇA!

O look completo para ver aqui!

*Beijinhos*

Sofia

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A Carlota não vê o Ruca!

Há quem adore e há quem odeie. Sentimentos à parte, esta foi das poucas decisões do Rui em relação à irmã mais nova. “A minha irmã não vai ver o Ruca, o miúdo só faz birras!”, dizia perentório. E não vê! E ela leva aquilo de tal maneira a sério que quando aparece o desenho animado na televisão fica em pânico e vai logo avisar que está a dar o Ruca! Sim, é assim cumpridora e certinha! 🙂

Eu não me oponho, não lhe acho grande piada e, sou sincera, a mãe do Ruca mexe-me um bocadinho com os nervos! Mas há alguém assim? De verdade? Há, que eu sei que há, e também me mexe com os nervos. Logo eu que sou o oposto! Não sou mesmo nada de nhé, nhé, nhés! Nada MESMO! 🙂

E por aí, o que acha do Ruca? Gosta?

*Beijinhos*

Sofia

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