Parentalidade positiva não é permissividade!

Parentalidade positiva não é permissividade!

Não, não é! Não, as crianças não fazem o que querem. Sim, são os pais que mandam.

Esclarecidas as principais dúvidas, vamos ao que interessa! Parentalidade positiva, educação positiva, parentalidade consciente é a mesma coisa, porque todas elas acreditam no respeito pela criança enquanto ser humano.

Sim, o que este tipo de educação privilegia é o respeito mútuo, acreditando no lema respeitar para ser respeitado. Há regras, há autoridade, há rotinas, só que é tudo muito equilibrado e sem autoritarismo, sem agressões, físicas ou verbais, sem ameaças e sem subornos. Se é possível? Claro que é! Se é difícil? Não vou mentir, é muito difícil, mas em educação o fácil não costuma dar bom resultado!

Agora diga-me, quer saber mais sobre este assunto? Tem dúvidas?

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Sofia

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As crianças precisam de limites!

As crianças precisam de limites!

Tenho uma amiga que diz que mimo a mais não existe, o que existe é falta de limites. Eu também acho! Até porque mimo, como expliquei aqui, é acarinhar, é aconchegar e, por isso, não estraga, faz bem. Já a falta de limites estraga, e muito!

Acredito mesmo que as crianças precisam de limites!

No entanto, quando comento esta frase com alguém, noto alguma confusão com o conceito. Percebo que as pessoas consideram que colocar limites é o mesmo que gritar, castigar ou até dar uma palmada. Só que não é disso que se trata. Os limites são apenas regras que os adultos criam para, simplesmente, proteger a criança!

Sim, os limites servem para proteger!

Quando uma criança não tem limites, que é como quem diz ‘faz o que quer’, não sabe até onde pode ir, não sabe com o que pode contar, não tem quem a guie. Isto faz com que a criança se sinta insegura e desprotegida. Sim, os limites dão uma enorme segurança à criança. E sabe que mais, quem manda em casa são os pais, que são os adultos e têm o dever de proteger os filhos.

Vamos a alguns exemplos:

Por que razão devem as crianças lavar as mãos antes de ir para a mesa? Para evitar doenças! Por que devem colocar o chapéu para brincar na rua? Porque o sol em excesso faz mal! Por que devem ter rotinas de sono consistentes e adequadas? Porque essa regra proporciona bem-estar físico e psicológico!

Mas há mais. Há a sopa que deve ser comida, o banho que deve ser tomado, os dentes que devem ser lavados, o cinto que deve ser colocado no carro…

Estes são apenas alguns exemplos, mas há tantos limites que devemos colocar aos nossos filhos para que eles cresçam de forma saudável. E (sabe que mais?) estas regras devem ser adequadas e, muitas das vezes, não negociáveis, são assim e pronto. E acredite, se as regras foram razoáveis, se respeitarem a criança e se, acima de tudo, forem consistentes e coerentes, corre tudo bem! 🙂

Consegue lembrar-se de mais algum limite/regra? Partilhe comigo através de um comentário, destas partilhas tiramos sempre muitos ensinamentos.

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Três palavras proibidas em educação!

Três palavras proibidas em educação!

São três e apenas três a palavras que não devemos dizer quando comunicamos com uma criança! Não é nada difícil pois não? O que são apenas trÊs palavras num universo tão vasto como é o léxico português? Pois, mas nós utilizamo-las tantas vezes e o cérebro está de tal maneira programado que é muito difícil não as dizer!

Vai uma aposta?

Ora muito bem, as três palavras que não devemos dizer em educação são…

Nunca

Sempre

Muitas vezes dizemos, sem refletir, frases deste género: fazes asneiras; choras; portas-te SEMPRE mal; deixas SEMPRE a torneira aberta; tens SEMPRE a roupa suja; NUNCA fazes nada de jeito!; NUNCA arrumas nada; NUNCA me ajudas…

 Mas, se pensarmos bem, nenhuma criança (ou adulto) faz sempre tudo mal. Nem se porta SEMPRE mal, ou porta? E será que NUNCA, mesmo nunca, faz nada de jeito? Não me parece que essa seja a realidade. No entanto, o que acontece é que nós enfatizamos frequentemente os defeitos, colando-os à pele da criança, como se a criança fosse apenas aquilo. Só que não é!

Pense comigo, se alguém lhe dissesse, frequentemente, coisas deste género, o que sentiria? Consegue imaginar? Não is gostar, pois não? Pois, a criança sente o esmo! Para além disso o que dizemos à criança tem impacto na definição da sua personalidade, condicionando, em larga escala, o seu comportamento. Sim, se disser a uma criança que ela se porta sempre mal, que ela não faz nada de jeito, ou que só faz asneiras, ela vai acreditar que isso é verdade.

Por todo estas razões diga-me, não vale a pena refletir e refrear o ímpeto de utilizar estas três palavras no nosso discurso? 🙂

Pode ler mais sobre este assunto aqui! 🙂

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Choro em frente aos meus filhos!

Choro em frente aos meus filhos!

Sim, choro e não me escondo. A tristeza é uma emoção que existe, que está presente nas nossas vidas e não mostrar isso aos miúdos faz parecer que é algo que não podemos sentir. Mas podemos!

Sou a favor da verdade, seja ela qual for. A verdade de estar triste ou contente. A verdade de estar zangada, furiosa e até com raiva. A verdade de sentir medo. A verdade de amar, de ser e estar feliz! Sou sempre pela verdade e não escondo.

Quando mostramos aos nossos filhos o que sentimos, estamos apenas a dizer que aquilo é normal e que passa. Estamos a ensinar que as emoções existem, que as sentimos e que está tudo bem. Uma pessoa muito querida ensinou-me que os sentimentos não se escolhem, sentem-se, o que se escolhe é aquilo que fazemos com esses sentimentos! Estar zangada com algo que os meus filhos fazem é normal, não é errado. Errado é gritar e descarregar neles as nossas frustrações.

E, por aí, o que acha deste assunto? 🙂

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