Choro em frente aos meus filhos!

Choro em frente aos meus filhos!

Sim, choro e não me escondo. A tristeza é uma emoção que existe, que está presente nas nossas vidas e não mostrar isso aos miúdos faz parecer que é algo que não podemos sentir. Mas podemos!

Sou a favor da verdade, seja ela qual for. A verdade de estar triste ou contente. A verdade de estar zangada, furiosa e até com raiva. A verdade de sentir medo. A verdade de amar, de ser e estar feliz! Sou sempre pela verdade e não escondo.

Quando mostramos aos nossos filhos o que sentimos, estamos apenas a dizer que aquilo é normal e que passa. Estamos a ensinar que as emoções existem, que as sentimos e que está tudo bem. Uma pessoa muito querida ensinou-me que os sentimentos não se escolhem, sentem-se, o que se escolhe é aquilo que fazemos com esses sentimentos! Estar zangada com algo que os meus filhos fazem é normal, não é errado. Errado é gritar e descarregar neles as nossas frustrações.

E, por aí, o que acha deste assunto? 🙂

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*Beijinhos*

Sofia

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Quero que o dia da mulher se…

Quero que o dia da mulher se…

Sim, ia dizer um palavrão, mas não disse! Aprendi que não podemos dizer tudo o que pensamos ou que nos apetece! 🙂

Já sentir… eu posso sentir o que eu quiser e eu sinto que o dia da mulher não é mais do que uma comemoração machista, que lembra toda a gente das desigualdades que existem. E não, não consigo deixar de me sentir irritada com as comemorações deste dia! Sorry!

Não aceito ouvir coisas do género “o teu marido deixa-te andar assim vestida?”, ou “a minha função enquanto mulher é a de tratar da casa, dos filhos…” ou “tu tens sorte, o Pedro ajuda-te”. Não tenho sorte e não, o Pedro não me ajuda! O Pedro partilha comigo uma vida e tudo o que a ela diz respeito, ponto final parágrafo! Não concebo sequer que possa ser de outra forma. Não concebo que o meu lugar seja na cozinha e que o dele seja no sofá, ou a trabalhar, ou o raio! Não aceito que mandem em mim. Não admito que tentem manipular o que visto, o que faço ou que digo!

Sim, o dia da mulher irrita-me! Porque as desigualdades existem, porque o machismo existe, porque não estamos em pé de igualdade e porque não é com flores e com palavras bonitas que isso vai mudar. E muito menos com jantares! Não, as mentalidades apenas mudam com atitude, com força, com coragem! As mentalidades apenas mudam quando nós, mulheres, as mudarmos. Quando nós, mulheres, deixarmos de ser machistas.

Penso inúmeras vezes em que sociedade viverá a minha filha. Se o respeito pelas mulheres e pelas suas especificidades será uma realidade. Se a igualdade de direitos não será uma utopia. Se terá sentido crítico e capacidade para lutar, ou se nem terá que lutar. E espero que, quando crescer, a luta de todas as mulheres seja apenas algo que se conta nas aulas de história, para que ninguém esqueça do quanto já evoluímos e para que saibam o que ainda faltava evoluir! 🙂

Desculpe o desabafo, mas não consigo deixar de extravasar! 🙂

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Projeto 52 semanas… semana 10!

Aí vamos nós, projeto 52 semanas… semana 10!

Um look, várias imagens, uma vez por semana, todas as semanas, em 2019!

E de repente o frio voltou! Mas quer saber uma coisa? Prefiro assim. Prefiro que agora esteja um frio de rachar, que chova imenso, que o vento sopre e até que neve. Talvez assim, quando for tempo disso, o calor venha com toda a força e pelo tempo que deve vir! 🙂

Esta semana deixo um look de inverno, com padrão floral, para chamar a primavera!

Quem mais pensa assim acerca do tempo? 🙂

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A Carlota veste:
Vestido: Zippy
Colar: Lupinha (aqui)
Carneiras: Patuska (aqui)
Óculos de sol: Jorge Oculista (aqui)

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Esquecemo-nos do que é ser criança!

Esquecemo-nos do que é ser criança!

Sim, esquecemo-nos do que é ser criança! Sei que já passaram alguns (muitos até) anos, mas se fizermos um esforço lembramo-nos de como era bom quando éramos pequeninos. Pequeninos, bem pequeninos, mesmo da idade dos nossos filhos.

Se pensarmos bem, lembramo-nos do quanto gostávamos de correr. De como falávamos alto e nos ríamos com vontade. Das histórias mirabolantes que contávamos e das fantasias em que acreditávamos. Lembramo-nos que os nossos problemas eram coisas muito difíceis de resolver e que ninguém nos ligava ou dava importância. Se pensarmos bem, lembramo-nos do quanto isso nos magoava. Afinal, aquele era, para nós, um problema sério e difícil, merecia respeito.

Mas… esquecemo-nos do que é ser criança!

Se pensarmos muito até nos lembramos de como era bom o beijinho de boa noite, que a mãe e o pai nos davam antes de ir dormir. E como sabia bem aquele aconchego de roupa e a voz suave a dizer “dorme bem!”

Se pensarmos muito lembramo-nos de como era bom brincar, sozinho ou acompanhado, e de como, no meio das brincadeiras, nos ríamos imenso. E gritávamos e chorávamos e o mundo parecia que ia acabar e ninguém ligava. Se pensarmos um bocadinho, lembramo-nos que achávamos os adultos uns chatos e muito, mesmo muito… complicados!

Mas.. esquecemo-nos do que é ser criança!

Por que é que tenho de dormir? Por que é que tenho de tomar banho? Por que é que tenho de comer a sopa? Por que é que não posso ver este filme? Por que é que temos que ir embora, ainda agora chegámos? Ainda falta muito?

Quem se lembra de todas estas questões? Quem se lembra de todos os dramas vividos na infância? Quem se lembra do tempo em que era criança?

Vamo-nos lembrar de tudo isto e perceber como se sente a criança. Talvez assim seja mais fácil compreender o seu comportamento e aceitá-lo! 🙂

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