NÓS em Lisboa… o 262 Boutique Hotel

No fim de semana fomos a Lisboa. Uma viagem relâmpago, marcada em cima da hora e sem grande tempo a perder, no que à escolha de hotel diz respeito. Acabámos por ficar no 262 Boutique Hotel, um hotel com uma localização privilegiada, junto ao Cais Sodré, na famosa rua cor de rosa. O melhor, pelo menos para mim, é que fica a dois passos do Chiado e da baixa lisboeta. O espaço é muito agradável e com uma decoração sui generis! Todo o hotel foi recuperado, mantendo muitas das características originais. Paredes em pedra, portas antigas, chaminés enormes reaproveitadas, janelas altas e varandas por onde entra imensa luz natural… A decoração conjuga na perfeição o clássico com o moderno e tudo isto confere ao espaço um requinte único!

O pequeno almoço é servido no conhecido Pesqueiro 25, restaurante que ocupa o primeiro andar do hotel e que esteve, durante várias semanas, em primeiro lugar no Trip Advisor. É um lugar único. A Carlota delirou com os “bichinhos” que vivem no aquário, sendo que entre eles se encontra um caranguejo real do Alasca enormeeee!

O nosso quarto não era grande, mas com uma marcação tão em cima da hora outra coisa não seria de esperar. Mas, como sei que tem quartos mais indicados para famílias, pedi para ver e fotografar. Esses são perfeitos! As suites têm um beliche onde podem ficar mais duas pessoas, num espaço mais reservado, para que haja alguma privacidade. O studio é ouro sobre azul, tem até cozinha e espaço de refeição.

Mas o melhor é ver as imagens, porque já se sabe, “uma imagem vale mais do que mil palavras”! 🙂

Pode ficar a saber tudo sobre o 262 Boutique Hotel aqui e aqui! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Nós à descoberta… a Bruxa

O nome não faz jus ao lugar, pois o sítio é lindíssimo e um dos meus favoritos em Ílhavo. Gosto de lá ir beber o famoso cervejão, como por lá se diz, e comer a típica empalhada (tremoços, azeitonas pretas e amendoins). A Bruxa fica na Gafanha da Encarnação junto à marina e num local que, até às recentes obras de requalificação, se chamava Largo da Mota. Porém, a instalação da “tasca rasca” A Bruxa alterou para sempre a maneira de designar o local! A verdade é que a toponímia abraçou a vontade popular e agora designa-se Largo da Bruxa. O espaço, há muito pouco tempo remodelado, é ideal para um final de tarde. A vista para a Costa Nova, a entrada dos barcos de recreio, de pesca e até de pequenos veleiros, sem esquecer os moliceiros que, de quando em vez, por ali passam, os patos à procura de alimento e o pôr-do-sol… Bem, o pôr-do-sol ali é qualquer coisa de espetacular!

Ficam as imagens, que valem mais do que mil palavras! 🙂

*Beijinho*

Sofia

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Em Paredes de Coura com a Carlota?

Há quem nos ache estranhos (loucos até) por levarmos uma criança tão pequena para um festival de música, mas não somos! Somos apenas pais que gostam desses espaços e que gostam ainda mais de os partilhar com os filhos. A verdade é que ela gosta, gosta muito! Vai desde muito pequena e sempre gostou. Diverte-se imenso, seja durante o dia como à noite, quando começa a “música”! Ela não diz que vai ao festival, diz que vai à música! A este em particular foi ainda na barriga, mas esta foi a primeira vez efetiva em Coura. Acho que podemos dizer que aquilo lhe corre no sangue. Assim parece! Ela ADOROU tudo, cantou, dançou (imenso), saltou, bateu palmas e, no último dia, pediu várias vezes: “Assobia, mãe! Assobia!”. 🙂
Mas nem só da música se vive o Festival Paredes de Coura. Durante o dia há muito para fazer. Há o rio Coura, com a praia fluvial do Taboão em primeiro plano, e à qual, devido à grande afluência, fomos apenas uma vez. Há a chamada “praia dos tesos”, perto do sítio onde ficámos, cujas suas águas límpidas (e geladas) nos refrescaram das altas temperaturas. Há a pequena vila que é linda para passeios em família. Há concertos em locais secretos e para público restrito. Há uma biblioteca digital em que as árvores viram escaparates de livros que podem ser descarregados e… lidos quando der mais jeito. E há a casa, a nossa casa! Para descansar e dormir longas sestas antes da música começar! Uma semana de Couraiso, uma semana de felicidade, porque, como se diz e é verdade, Coura é amor. E é mesmo!

Foi bom, foi muito bom… para o ano há mais!

*Beijinhos*

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Costa Nova, o post que faltava!

Sim, é verdade. Sinto-me em falta com uma terra de que tanto gosto e à qual volto frequentemente, Ílhavo. Seja no verão ou no inverno visitamos a zona frequentemente, ou não fosse o pai da Carlota de lá. Talvez por causa desta proximidade nunca tenha parado para fotografar as tão famosas casinhas às riscas. A Costa Nova do Prado, a “nossa” praia, à qual voltamos verão após verão, a praia onde Carlota já gosta tanto de estar, a praia que também já é dela. Corre-lhe no sangue, afirma o pai. Este ano voltámos e fomos tirar fotos, muitas fotos e fomos mostrar à Carlota (para as ver com olhos de ver, para ver com atenção) aquelas casinhas tão típicas que encantam toda a gente. Este ano fomos mostrar os Palheiros da Costa Nova à Carlota. E agora, quando entra na zona já diz, “aqui são as casinhas às riscas!” 🙂

Um pouco de história! Os palheiros da Costa Nova são as famosas casas de riscas existentes na praia com o mesmo nome, originalmente em tons de vermelho ocre e preto e que eram utilizados como armazéns no antigamente. Até inícios do século XIX, a Costa Nova era um extenso areal desabitado mas, após a fixação da Barra do Porto de Aveiro, os pescadores mudaram-se para a Costa Nova e começaram a construir “palheiros” para guardarem as redes e outros materiais associados à pesca. Mais tarde vieram as famílias, tornando-os em habitações, com riscas coloridas. Hoje, o colorido da paisagem entre a Ria e a praia, transformam aquele local num sítio perfeito para um dia em família.

 

#Ílhavo #CostaNova #ZonaCentro

*Beijinhos*

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