7 boas razões para oferecer livros aos miúdos!

Sete boas razões para oferecer livros aos miúdos!

Acredito no poder das histórias, já o disse aqui. Acredito mesmo que oferecer um livro a uma criança é proporcionar-lhe momentos de descoberta, aprendizagem e diversão. Hoje a variedade é tanta que torna a escolha difícil, é um facto, mas, mesmo assim, eu não dispenso esta opção quando tenho que oferecer um presente!

Deixo então sete boas razões para oferecer livros aos miúdos!
  • Ajudam na alteração de comportamentos e na compreensão do mundo que os rodeia. Lembro-me que, há uns tempos, conseguimos que um miúdo que não comia NADA, passasse a comer tudo apenas com uma história sobre o corpo humano. 🙂
  • São uma excelente forma de passarmos tempo com os mais pequenos, tempo de qualidade, essa quase utopia dos tempos modernos.
  • Relaxam, os livros acalmam, mesmo as mentes mais agitadas.
  • São ótimos para desenvolver a concentração, a memorização e a linguagem!
  • São sempre um presente educativo, principalmente os que têm temas mais científicos, como os do corpo humano, do espaço ou da natureza.
  • Há para todos os gostos e estão divididos por idades, o que facilita na hora de escolher.
  • E, por fim, porque fazem sonhar e não há nada melhor do que sonhar! 🙂

Então o que acha destas sete razões para oferecer livros aos miúdos? Tem mais alguma a acrescentar? 🙂

Estes livros pertencem à coleção “A Cabeleireira Encantada”, da BookSmile, e são super engraçados! Falam acerca da Cati, a cabeleireira que trata dos cabelos das personagens dos contos de fada.

*Beijinhos*

Sofia

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Livros científicos que parecem mágicos!

Livros científicos que parecem mágicos!

Quando recebi estes livros percebi logo que iam ser um sucesso! Não me enganei! Nesse mesmo dia levei-os para escola e li-os aos miúdos, que adoraram. Percebi que seriam uma boa opção de presente de aniversário e fui comprar para oferecer. Mas a animação maior foi quando os mostrei à Carlota e a deixei explorá-los livremente.

Estes livros científicos que parecem mágicos ajudam a perceber o funcionamento do corpo humano e desvendam alguns segredos acerca da natureza. São MA-RA-VI-LHO-SOS! Com uma lanterna a criança vai descobrindo imagens secretas reveladoras de informação. Os meus miúdos ficaram admiradíssimos com o bebé de cabeça para baixo. A Carlota simplesmente delirou, viu, voltou a ver, pediu para ler, voltou a ver… vezes sem conta!

Acredito no poder das histórias, pelo que ensinam e pela maneira como ensinam. Acredito mesmo que os livros têm uma função pedagógica essencial e são um excelente auxílio na transmissão de conhecimento e valores.

Já conhecia estes livros científicos que parecem mágicos? São uma boa opção de presente, não são? 🙂

O livros são da Booksmile e podem ser encontrados em livrarias e em locais como a Fnac ou o Continente ! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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9 dicas para ensinar a criança a comer de tudo!

São nove, as dicas para ensinar a criança a comer de tudo!

Sou mãe, há já 22 anos, de um adulto que, quando criança, comia MUITO mal e também sou educadora, o que me confere alguma experiência nisto da alimentação. Para além do mais, eu não comia grande coisa quando era miúda, o que me dá algum conhecimento sobre como funcionam estas coisas de ter pouco apetite. Sei, por exemplo, que crianças que comem mal não gostam de pratos muito cheios. Ver o prato cheio dá nó no estômago e tira apetite. Também não concordo que se obrigue a comer, mas acho que devemos educar para que comam de tudo, que provem e que não desistam à primeira.

Com o Rui cometi alguns erros, de tal maneira que hoje há uma data de coisas que diz não gostar, mas que nunca provou. Com a Carlota procedo de forma diferente. Ela começou a comer sopa aos quatro meses (contei tudo aqui) e aceitou muito bem, mas a fruta… Foi uma história muito diferente. Se desisti? NUNCA! Dei-lhe por partes. Numa semana só lhe ofereci maçã, depois pêra, a seguir banana, manga, papaia e por aí fora. Quando dei por ela, já gostava mais de fruta do que de outra coisa qualquer. O mesmo aconteceu com o iogurte. Ainda hoje come o natural (sem açúcar). Da primeira vez comeu meia colher e cuspiu. No segundo dia uma colher, ao terceiro duas e ao fim de quatro dias comeu um inteiro. É tudo uma questão de hábito. Se era mais fácil dar-lhe um com açúcar, claro que era, mas aqui não se trata do que é mais fácil. No que à educação diz respeito, alimentação incluída, não defendo o mais fácil, mas o que é melhor para a criança e todos sabemos que açúcar não é! O mesmo aconteceu quando coloquei legumes inteiros na sopa, nas primeiras vezes deitou fora, hoje come como se nada fosse. É assim com tudo o que aparece e não gosta, depois habitua-se. Se alguma vez a obriguei? Não, mas nunca deixei de lhe oferecer! 🙂

Vamos então às nove dicas para ensinar a criança a comer de tudo:
  1. Nunca pergunte à criança se gosta. Ofereça-lhe! Dê-lhe e espere.
  2. Não dê só uma vez, dê várias, imensas, o paladar educa-se. Dizem que para gostarmos de algo temos que provar 11 vezes, a experiência diz-me que não é preciso tanto.
  3. Criatividade, acima de tudo. Tinha um grupo de alunos que era fã de futebol, disse-lhes muitas vezes que o feijão faz crescer o cabelo como o do Nuno Gomes, a elas dizia que ficavam como a Rapunzel, era tiro e queda. Hoje, é mais comer legumes para ser bom como o Cristiano Ronaldo. Basta perceber qual é o interesse da criança e fazer uso disso. Em casa pode não resultar, mas na escola resulta sempre. 🙂
  4. Coloque sempre no prato tudo aquilo que quer que a criança coma, hoje pode não comer, mas um dia vai provar, a curiosidade trata disso, e vai ver que gosta.
  5. Diversifique, desde que é bebé, o máximo que conseguir os alimentos. Quanto mais diversificados forem os paladares a que criança está habituada, melhor.
  6. Leve a criança às compras, envolva-a na escolha dos alimentos e depois na confeção. Elas sentem-se úteis, sentem que fazem parte de todo o processo, que ajudam, sentem-se crescidas!
  7. NUNCA diga que não gosta, tente até comer alguma coisa que não aprecia, o exemplo é o melhor aliado.
  8. Não desespere, a criança acaba por comer, é uma questão de sobrevivência.
  9. Não substitua. Se de todas as vezes que não comer a refeição esta for substituída por algo que agrade mais, aí tudo se torna muito mais difícil!

Só uma curiosidade! Mais vale ter uma criança que come mal, do que ter uma a quem temos que negar comida. Sim, isso existe e é MESMO muito mau! 🙂

O que acha destas nove dicas para ensinar a criança a comer de tudo? Conhece mais alguma? Partilhe comigo! 🙂

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*Beijinhos*

Sofia

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3 razões porque não deve utilizar fitas para a chupeta!

Três razões porque não deve utilizar fitas para a chupeta!

Primeiro, é necessário contextualizar. Não sou contra a chupeta, nunca fui, insisti bastante para a Carlota pegar. Mas tudo tem limites e considero que os dois anos são a barreira que separa o ser necessário do facilitismo. Peço desculpa pela franqueza, eu sei que é muito mais fácil enfiar uma chupeta na boca do que ouvir chorar ou até esperar que a criança aprenda a autorregular-se sem recorrer à chupeta.

Mas vamos ao que interessa, a fita da xuxa. Faz-me alguma confusão ver a chupeta sempre pendurada, por isso deixo as três razões porque não deve utilizar fitas para a chupeta:

  • Quando gatinham a chupeta arrasta por todo o lado, o que não é nada higiénico;
  • Existe o perigo da corda estrangular a criança, principalmente quando está a dormir. Eu ganhei ainda mais medo, quando, numa formação de primeiros socorros pediátricos, fomos aconselhadas a tirar por essa razão;
  • E, por último, porque a chupeta está sempre ali à mão. A criança não aprende a lidar com as frustrações ou com algo que a esteja a incomodar sem ser com a chupeta. Mal sente desconforto, ou simplesmente porque lhe apetece, pega nela. Na verdade, quando a chupeta está ali à mão a criança anda muito mais com ela na boca e o uso prolongado da chupeta traz bastantes inconvenientes. Para além dos conhecidos problemas na formação dos dentes, pode provocar um atraso na aquisição fala e promove o desenvolvimento de otites em crianças com propensão para tal.

E são estas as 3 razões porque não deve utilizar fitas para a chupeta! Mais alguém se identifica? 🙂

*Beijinhos*

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