Atividades com crianças… o Elmer

Atividades com crianças… o Elmer

Trabalhar valores através de histórias é, talvez, a melhor forma de o fazer. Simples, de fácil compreensão e tendo sempre um enredo que cativa, as histórias são o meio ideal para trabalhar com crianças uma série de competências.

Da linguagem ao desenvolvimento de noções de matemática, ou de conhecimento do mundo, as histórias são um modelo antigo que continua a ser privilegiado. O Elmer, um elefante colorido, ensina às crianças que somos todos diferentes, ensinando a respeitar essa diferença, fazendo ver  que não temos que ser todos… cinzentos! Este é o mote para uma série de livros que trabalham algo tão essencial como o respeito, a par de outras competências igualmente importantes.


Gostaram? Basta clicarem em cada imagem para acederem diretamente ao produto!

*Beijinhos*

Siga-nos no Instagram —> @sofiasalgadomota
E no Facebook —> Pedaços de Nós

A minha opinião acerca da vacinação

A minha opinião acerca da vacinação.

No final da semana passada fomos contactados pelo Diário de Notícias com o intuito de perceber a nossa posição acerca da vacinação.

A minha opinião acerca da vacinação é simples e clara. Vacinei a Carlota, não só com as que estão incluídas no Plano Nacional de Vacinação, como também a vacinei com as outras. Por outras entenda-se a Prevenar, a Rotateq e a Bexsero. Também o fiz com o Rui há 21 anos. Havia menos, é verdade, mas vacinei-o com o que havia! Se tive dúvidas? Não, nunca.

Como disse no artigo (podem lê-lo na íntegra aqui), faço-o porque considero as vacinas uma proteção contra as doenças. Sei que protegem e também sei que há doenças praticamente erradicadas porque as crianças são vacinadas. Não posso julgar quem opta por não vacinar, considero que cada família sabe o que é melhor para os seus. Não acho que uma mãe, ou pai, faça algo que saiba poder prejudicar o seu filho. Se concordo? Não, não concordo e não entendo! Claro que o aporte financeiro é enorme e nem toda a gente consegue, infelizmente. Nós, felizmente, conseguimos e ainda bem! 🙂

Muito haveria para dizer acerca deste assunto, muito até para estudar, acho que o artigo foca o mais importante e isso, para já, chega!

E por aí, vacina?

*Beijinhos*

Sofia

Siga-nos também no Instagram —> @sofiasalgadomota

Nota 1: o Facebook alterou o algoritmo e a partir de agora vai mostrar mais posts dos amigos e menos das páginas que seguimos. Para continuar a saber dos nossos posts basta ir aqui à nossa página, clicar em gosto e depois, onde diz “A Seguir”, seleccionar “Ver Primeiro”

Nota 2: Outra opção é adicionarem-se ao grupo do blogue Pedaços de Nós (podem fazê-lo aqui)! Esta está foi a solução encontrada para que as nossas leitoras não percam pitada. Neste espaço partilharemos apenas os posts que normalmente são partilhados na página, por isso vão lá e adicionem-se!  🙂

Miró em Serralves!

Miró em Serralves!

No final do mês de novembro fomos até Serralves ver a exposição de Joan Miró.

Por cá consideramos as visitas a museus uma atividade fundamental, mesmo para as crianças. Pode até parecer loucura, mas não é. A quantidade de estímulos que um museu pode oferecer a uma criança é infindável. Mesmo quando ligam muito pouco, como foi o caso da Carlota, vale a pena. Vale porque viu e experienciou algo diferente, contactou com outra realidade e só por isso já foi bom. Claro que com a Carlota não falamos dos traços descoordenados e das misturas de cores. Não falámos das figuras abstratas e das inúmeras interpretações que podemos fazer das obras e não conversámos acerca dos materiais utilizados (nem convém, até porque ele usa fogo em algumas e não vá ela ter ideias…).

Com a Carlota apenas observámos algo diferente e conversámos sempre do que íamos vendo. Ela quis mexer, quis mexer sempre em tudo e por isso teve que andar sempre ao colo ou às cavalitas. Não era, de todo, possível deixá-la andar à solta, não era mesmo, sob pena de nos meter a todos em grandes trabalhos… e despesas!

A arte é assim, permite-nos ter uma visão diferente do mundo, abre-nos a mente, permite-nos comunicar através de inúmeras linguagens e ver para além do que vemos, ouvimos e sentimos. E faz-nos sonhar e crescer!

Agora vou ali comprar uma tela e ver se ela pinta algo parecido! 🙂

A exposição está patente na Casa de Serralves até final deste mês e ao domingo de manhã é grátis, assim como para os cliente do banco BPI o é todos os dias.

*Beijinhos*

Siga-nos no Instagram —> @sofiasalgadomota
E no Facebook —> Pedaços de Nós

Carlota e a chupeta: a nossa atitude!

Carlota e a chupeta: a nossa atitude!

A Carlota usou chupeta e há um mês deixou-a! Simplesmente não quis mais. Para isso, penso eu, contribuíram algumas atitudes que fomos tendo.

No início, enquanto era bebé, a chupeta era utilizada várias vezes ao dia, quer para a acalmar nas horas mais agitadas, quer para enganar a fome, para saciar a necessidade de sucção tão característica dos bebés ou simplesmente para coçar as gengivas quando assim achava necessário. Com o tempo fomos diminuindo o tempo que estava com ela.

Por volta dos 18 meses, a chupeta passou a ser dada apenas para dormir. Quando acordava tinha que a deixar na cama. Passados alguns dias desta nova fase já era ela que, quando não queria dormir mais, dizia – “a chupeta para a caminha!”.

Quando saíamos de casa a chupeta ficava quase sempre (havia uma escondida na mochila, just in case), ela habitou-se a isto e a chupeta passou a ser MESMO só para dormir!

Um dia a chupeta furou e ela só queria aquela. Disse-lhe que não, que aquela estava estragada e que tinha ido para o lixo (e deitei mesmo). Ela recusou a outra. Entretanto, avisei na escola que há três dias que dormia sem chupeta, para não lhe darem lá.

Foi, acima de tudo, um desapego gradual, sem choros, sem dramas. Claro que passados uns dias a pediu, principalmente quando entrava no carro e estava com sono. Mas mantivemo-nos firmes e nunca mais houve chupeta. Como era época do Natal aproveitei uma deixa da educadora e dizia-lhe que o Pai Natal a tinha levado. Ela fartava-se de rir e dizia divertida: “O Pai Natal é malandro!” 🙂

Hoje ainda andam pela casa, até porque ela tinha várias, e quando as apanha fica contente, mas tiro-lha e digo-lhe, com calma, que vamos guardar, que já é crescida e não precisa de chupeta. Ela sorri com ar de quem compreende! 🙂

Nunca nos podemos esquecer que a chupeta é algo associado aos bebés e que, se queremos que o nosso filho se comporte como uma criança crescida, não devemos tratá-lo como um bebé. Por essa razão é importante que a largue por volta dos 24 meses!

Enquanto procurava uma imagem para o post percebi que tenho muito poucas fotos da Carlota de chupeta. Nesta tinha pouco mais de ano e meio e estava a acordar!

*Beijinhos*

Siga-nos no Instagram —> @sofiasalgadomota
E no Facebook —> Pedaços de Nós