Feira Afonsina: quando o tempo volta para trás

Guimarães regressou, mais uma vez, ao tempo de D. Afonso Henriques, com a já habitual Feira Afonsina. Durante quatro dias (começou na quinta dia 22 e terminou domingo dia 25), o centro histórico da cidade berço voltou ao tempo medieval. Nós não deixámos de aproveitar e andámos por lá quase todos os dias. Preferimos ver por partes, com calma, para não ser cansativo, nem maçador. Adorámos! A Carlota, então, vibrou com as danças e a música sempre por todo o lado. Ficava sempre muito admirada com as representações que aconteciam aqui e ali e que tinham sempre muita interação com o público. Por todo o lado, havia barracas e todos os estabelecimentos estavam caracterizados à época. É um evento que vale a pena conhecer e viver. Nós vivemo-lo, intensamente!

Deixo as imagens, são muitas, eu sei, mas só assim consigo mostrar o quão bonita é e como vale a pena conhecer! 🙂

*Beijinhos*

Sofia

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Pelos caminhos de Guimarães… Plataforma das Artes

A Capital Europeia da Cultura, em 2012, trouxe a Guimarães muito mais do que cultura. Trouxe espaços renovados, trouxe espaços novos, trouxe movimento… Na verdade sinto que foi apenas o aproveitar de uma oportunidade para fazer aquilo que os vimaranenses tão bem sabem fazer, que é cuidar da sua cidade! A cidade ganhou, é verdade, e os habitantes também.
No fim de semana passeámos pela Plataforma da Artes, que cresceu no espaço do antigo mercado municipal. Um espaço multifuncional, dedicado à vida artística, cultural e económico-social da cidade. Neste espaço encontra-se, também, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), um edifício moderno, que contrasta com a traça antiga da cidade, sem no entanto entrar em choque. A verdade é que, por aqui, sente-se um enorme respeito pelo que é antigo e o que de novo nasce, tem que conviver harmoniosamente com o que já existia! 

*Beijinhos*

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Pelos caminhos de Guimarães… Penha

Mais um fim de semana em que o tempo permitiu um passeio pela cidade. Desta vez fomos até à Penha. Gosto imenso de lá ir. Gosto de descobrir o inúmeros cantos e recantos. Na Penha respira-se o ar puro e a tranquilidade que a cidade nos rouba. Lá no alto, se o céu estiver limpo, até se vê o mar, que está a mais de 50 km. Naquele dia subimos penedos, passámos por grutas e cavernas, vivemos e convivemos com a natureza no seu estado mais puro! Divertimo-nos imenso por lá. A Penha parece um mundo encantado e os miúdos adoram, pois já o comprovei várias vezes. Mais uma vez, passámos algum tempo de qualidade em família, com uma Carlota super feliz por poder andar “à solta”!

*Beijinhos*

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Pelos caminhos de Guimarães…

Desta vez fomos até Couros, já por lá andámos várias vezes, percorremos as ruas em paralelo a pé e sabe sempre bem o passeio. A zona de Couros pertencia a uma antiga fábrica de curtumes, local onde se trabalhava o couro, uma atividade antiga da cidade. Por lá ainda se encontram os tanques de pedra, onde eram lavadas, tratadas e tingidas as peles. Esta zona foi recentemente requalificada e foge um pouco ao circuito do centro histórico de Guimarães, pelo que vale a pena a visita. Também aproveitámos e subimos até à Ilha do Sabão. Este conjunto de casas, tem um encanto especial, pois pertenceu a uma família de grandes proprietários de uma fábrica de curtumes e servia de habitação aos trabalhadores. Recentemente recuperada, tem na sua traça as características típicas das casas do Minho. Vale mesmo a pena a visita!

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