Passear faz bem à saúde

Sábado tínhamos um compromisso ao final da manhã, por isso saímos cedo e aproveitámos, apesar do frio, o sol. Ahhh como gosto do sol de inverno a bater-me na cara! Fomos até ao Palácio Vila Flor e passeámos um pouco pelos jardins. É um sítio lindíssimo, muito agradável, com camélias e alguns lagos, perfeito para passear e para tirar fotografias. A Carlota mal viu os lagos disse que queria tomar banho, não pode ver água! Andou por ali a apanhar flores, a deitá-las na água e a oferecer à mãe. Um pequeno passeio que serviu para apanhar um pouco de ar e matar os vírus que teimam em não ir embora.

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Passeio por Guimarães

Um passeio pelo centro histórico de Guimarães foi o programa escolhido para um domingo que acordou soalheiro e com uma luz que convidava ao passeio. Percorremos a pé as ruelas e algumas das praças da cidade, um passeio curto, feito sempre a pé, mesmo pela Carlota, que se divertiu, correu, saltou, dançou e cantou… canta sempre! A cidade de Guimarães tem grande orgulho no seu centro histórico e tem razões para isso, está bem conservado e proporciona um passeio agradável, mesmo para quem anda com crianças pequenas. A pedra das paredes contrasta com as cores das janelas, que em pequenos quadrados transformam o local num colorido harmonioso. Nas varandas há flores e nas praças há pessoas. O chão, em paralelo, faz lembrar os tempos antigos, os tempos em que D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, que viveu na cidade. Valeu a pena o passeio, vale sempre!

 

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Pinheiro… a noite mais longa do ano

O Pinheiro marca o início das Nicolinas, festa secular da cidade de Guimarães. A outrora festa dos estudantes, passou a ser de toda a gente e a cidade fervilha noite dentro. Aquela que é a mais longa noite do ano em Guimarães, tira imensa gente de casa. Levar o Pinheiro ao som de milhares de caixas, até junto da igreja de S. Gualter, bem no centro da cidade, é uma tarefa que muitos sentem como sua. Saem de casa para jantar e inundam as ruas de todo o centro histórico, em conversas animadas e tocando caixa e bombo. Este ano foi a primeira ida a sério da Carlota. Como também é da tradição, estava frio, muito frio, pelo que ir ao Pinheiro implica muita roupa, cachecol, gorro e mesmo assim… Mas na verdade pouco frio se sente, porque ninguém está parado. A andar, a tocar caixa ou bombo, toda a gente se mexe. Famílias inteiras passeiam, há crianças e idosos, há gente, muita gente! E há barulho, muito barulho. Um barulho ritmado que os vimaranenses ouvem desde sempre e que se lhes entranha no corpo e na alma. A Carlota admirou tudo com um espanto tal que não se conseguia perceber o que pensava. Eu acho que gostou! “A festa”, dizia no dia seguinte! Nós gostamos… muito!

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As Nicolinas prosseguem até dia 7 de dezembro, quanto ao Pinheiro… para o ano há mais!

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Pinheiro 2016

Este é o terceiro Pinheiro da Carlota, o terceiro ano em que vive um pouco desta tradição vimaranense. Uma tradição que eu gosto de registar e ver, ano após ano, o quanto ela cresceu. A minha Nicolina que outrora coube em cima do bombo, hoje sobe-o sozinha, pega nas baquetas e com toda a sua força toca no instrumento símbolo de uma festa tão importante da sua terra natal! É bom vê-la crescer e ter estes registos para comparar e relembrar.

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Daqui a pouco o registo da noite mais longa do ano em Guimarães e do primeiro Pinheiro (a sério) da Carlota!

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